domingo, 2 de setembro de 2018


LEÇA EMPATOU COM O COIMBRÕES E AMBOS SOMAM O PRIMEIRO EMPATE POR 1-1  


O Leça empatou com o Coimbrões por 1-1, conquistando um ponto no final desta jornada, hoje para a quarta jornada do campeonato nacional de séniores de futebol.

O Leça após ter ganho o Pedras Rubras na última jornada, por 1-0, com o golo marcado por Diogo Pedras, permitiu ao clube leceiro sair da zona dos “aflitos” e subir para o 13º lugar.

Foi um jogo que acabou de forma ingrata para o Leça, que apesar do golo de Diogo Pedras e de não ter tido muitas oportunidades, conseguiu travar as jogadas ofensivas do Coimbrões, parando o ritmo de jogo e a espaços progredir no terreno para garantir os três pontos.

Os “leceiros” aos comandos de Domingos Barros apresentaram um 4x3x3 com: Gabi Souza, João Pedro (Paulo Lopes 13’), Ramalho, Vítor Fonseca, Joel Mateus, Jair, André Sousa, Samuel Teles, Pedro Prazeres (Pedro Areias 70’), Miguel Ângelo (expulso 33’) e Diogo Pedras (Zé Carlos 82’).

O Coimbrões de José Bizarro também em 4x3x3 com: João Diogo, Ricardo Pedrosa, Miguel Cunha (Mateus Machado 45’), Lucas, Joel (Tomás Oliveira 70’), Mário, Filipe Cardoso, Diogo Mota (Francisco Santos 60’), Pedro Tavares, Silva e Nádison.

Em termos de classificação, o Leça está em 12º lugar com quatro pontos e o Coimbrões em 11º lugar com quatro pontos.

O Leça não mudou nenhuma agulha em relação ao último encontro, mantendo o mesmo “onze” que esteve presente na última jornada em Pedras Rubras.

Melhor início para a formação leceira não podia haver, com o primeiro golo logo ao segundo minuto de jogo (1-0).

Lance de ataque organizado por André Sousa, que tentou desmarcar Diogo Pedras e após ter ganho a bola o guarda-redes do Coimbrões, João Diogo, a perder a bola aonde não deveria e a oferecer o esférico para o capitão do Leça, encostar para o segundo golo do Leça no campeonato e o segundo de Diogo no campeonato.

Nos primeiros 20 minutos, o Leça começou a superiorizar em relação à equipa vinda de Vila Nova de Gaia, expondo as fragilidades do Coimbrões, travando a iniciativa de jogo dos adversários e conduzindo a bola, com uma boa posse de bola e a explorar o ataque organizado.

Houve duas contrariedades na primeira parte. A primeira foi a lesão muscular de João Pedro ao minuto 13 após se ter esforçado para cortar uma bola e a ser substituído por Paulo Lopes e a segunda foi a expulsão de Miguel Ângelo ao minuto 33, que deixou muitas dúvidas no ar, sobre a falta do avançado “leceiro” ao capitão de equipa do Coimbrões, Pedro Tavares.

Com poucas oportunidades de ambos os conjuntos, foi Gabi Souza que começou a dar as primeiras provas de grande qualidade, com defesas seguras a cruzamentos e através de bolas paradas.

Através de lances que iniciavam com as desmarcações de André Sousa e Jair, conseguia sempre dar a volta a passes incorretos e sem critério da formação aos comandos de José Bizarro.

Muitas das ações realizadas pelo árbitro Pedro Campos, receberam bastantes protestos por parte dos adeptos e simpatizantes do Leça que apupavam sem piedade qualquer decisão.

Quando nada fazia prever, ao minuto 85, chega o empate (1-1). Cruzamento de Matheus Machado do lado direito, que parecia ser uma defesa segura de Gabi Souza, para Ramalho se desentender com o guarda-redes brasileiro e no palheiro de jogadores, o guardião colocou a bola na própria baliza.

O Leça nesta partida foi a olhos vistos a melhor equipa em campo.

Até ao final, o Leça ainda dispôs de duas boas oportunidades para amealhar três pontos, mas não causaram perigo à baliza de João Diogo, para ambos os conjuntos ganharem um ponto no final desta jornada. Assim é que se diz e não dividir pontos, porque isso não existe.

Na próxima jornada, o Leça vai ao recinto do Águeda e o Coimbrões recebe o Lusitânia de Lourosa daqui a duas semanas, agora que os encontros passarão a ser realizados às 15h.

MVP da partida – Gabi Souza – Providenciou muita segurança ao defender todos os remates que pareciam à partida aflitos, tornando fácil o que à partida poderia ser difícil.



Árbitro: Pedro Campos

Ação disciplinar: Cartão Vermelho para Miguel Ângelo (33’). Cartão amarelo para Joel Mateus (20’), Vítor Fonseca (37’), Nádison (59’), Diogo Pedras (68’) e Samuel Teles (90 + 2’).




Fonte da Foto: Facebook oficial do Leça



Diogo Bernardino


PAÇOS DE FERREIRA REGRESSA ÀS VITÓRIAS NA II LIGA FRENTE AO VARZIM POR 0-1


O Paços de Ferreira regressou hoje às vitórias frente ao Varzim por 0-1, com destaque para o golo madrugador de Marco Baixinho, hoje para a quarta jornada da II Liga Portuguesa de Futebol.

Este jogo não se afigurava fácil para nenhuma das equipas, contudo ambos os técnicos viam as suas equipas capazes de dar uma boa resposta dentro de campo. A derrota do Paços de Ferreira frente ao Famalicão na última jornada necessitava de uma resposta cabal, até para “a procura de uma identidade”.

O resultado reflete o que foi o encontro, o Paços a explorar o jogo direto e o Varzim sempre atrás da linha da baliza, à procura do erro de adversário, para conseguir chegar ao golo em contra ataque.

Com este resultado, o Paços de Ferreira está à condição, em 3º lugar com nove pontos e o Varzim em 9º lugar com seis.

O Paços de Vítor Oliveira se apresentou em 4x4x2 com: Ricardo Ribeiro, Bruno Santos, Marco Baixinho, Júnior Pius, Bruno Teles, Vasco Rocha (Diaby 72’), Luiz Carlos (Christian Irobiso 84’), Wagner (Barnes Osei 72’), Luiz Phellype e Fatai.

O Varzim de Nuno Capucho com a mesma tática com: Emanuel, Rui Coentrão, Jefferson, Nélson Agra, Mário Sérgio, Ruan Teles, Nelsinho, Estrela, Chérif (Ruster 58’), Haman (Jonathan 57’) e Stanley (Júlio Alves 82’).

Logo ao primeiro minuto, o Paços marcou o único golo da partida (0-1). Cruzamento de Luiz Phellype para um cabeceamento de Marco Baixinho inaugurar o marcador para os “pacenses”.

Os “varzinistas” tiveram poucos remates, mas esses levaram muito perigo à baliza de Ricardo Ribeiro, como ao minuto 27 por Jacques Haman, mas eram os “castores” que conseguiam criar mais problemas.

Luiz Phellype ao minuto 30 com um cabeceamento perigoso, Sodiq Fatai que procurou alvejar à baliza mas sem sucesso ao minuto 40 e no último minuto de descontos da primeira parte, Luiz Phellype colocava à prova Emanuel Novo.

Um Varzim frágil, não foi capaz de travar o ímpeto do Paços de Ferreira, mas o comportamento de raça, de luta pela bola até ao último fôlego, davam para muitas razões da atuação do seu treinador Nuno Capucho, que constantemente dirigia aos seus jogadores, para jogarem com mais alma e espirito.

Ao minuto 48, esteve perto do golo em Póvoa de Varzim, o segundo do Paços de Ferreira, outra vez por Luiz Phellype, que dois minutos depois, voltava outra vez a criar perigo, com um cabeceamento forte, que a defesa “varzinista” cortou a tempo.

Eram constantes as jogadas criadas pelo ponta de lança brasileiro do Paços, ele sempre o homem golo, aquele que era sempre procurado pelos seus companheiros, para os lances de finalização dentro da pequena área, em que em jogo corrido ou em bolas paradas, os jogadores do Varzim tiveram de aplicar a sua concentração ao máximo para não sofrer o segundo golo.

Após o treinador Vítor Oliveira ter gritado pelos pulmões para pedir mais pragmatismo à sua equipa, para controlar a bola e o ritmo de jogo e garantir os três pontos, o Varzim em duas ocasiões entre os oito minutos de descontos da segunda parte, quase conseguiu retirar um ponto desta partida.

Ruan Teles e Nélson Agra, este com muito perigo, quase davam o golo do empate, mas foi o regresso às vitórias do Paços que foi a chave final deste encontro.

“É evidente que às vezes o que é difícil de fazer, às vezes pode ser fácil, mas o Varzim esteve perto de marcar o golo do empate no último minuto. Fomos superiores nos 90 minutos mas fomos algo displicentes, jogamos aquilo que às vezes não costumamos, com as armas que não temos, nós estamos na segunda liga e temos de ser mais pragmáticos e precisamos de jogar melhor”, referiu o treinador Vítor Oliveira, do Paços de Ferreira.

“Satisfeito com uma derrota, nunca posso estar mas a nível do comportamento da equipa gostei como reagimos, mas o que aconteceu hoje infelizmente se tornou um hábito para nós e queremos reverter”, afirmou o timoneiro Nuno Capucho, do Varzim.

Na próxima jornada o Paços de Ferreira jogará em casa defronte do Covilhã e o Varzim jogará com os “bês” do Benfica, mas só daqui a duas semanas.

MVP da partida – Marco Baixinho – Anotou o golo madrugador que permitiu os “castores” regressarem às vitórias na Segunda Liga.



Árbitro: Vítor Ferreira (AF Braga)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Vasco Rocha (61’), Nélson Agra (66’), Pedrinho (78’) e Jefferson (87’)



Diogo Bernardino



SANTA CLARA VENCE O BOAVISTA POR 4-2 E CONQUISTA PRIMEIRA VITÓRIA NA LIGA


O Santa Clara venceu o Boavista por 4-2 e conquistou a primeira vitória no campeonato, hoje para a quarta jornada da I Liga Portuguesa de Futebol.

Era perspetivado como um dos pratos fortes da 4ª Jornada do Campeonato nacional.

Em termos classificativos, à condição o Boavista está em 13º lugar, com quatro pontos e a Santa Clara em 8º lugar com cinco.

O Boavista de Jorge Simão com uma alteração em 4x2x3x1 com: Helton Leite, Carraça, Raphael Silva, Neris, Talocha, Sparagna (Rafael Costa 61), David Simão, Rochinha, Fábio Espinho (Rafael Lopes 71), André Claro (Mateus 53) e Falcone (Rafael Lopes 73).

A Santa Clara de João Henriques em 4x3x3 com: Marco, Patrick, Fábio Cardoso, Accioly, João Lucas, Rashid, Bruno Lamas (César Martins 87’), Anderson Carvalho, Zé Manel (Minhoca 75’), Thiago Santana (Stephens 28’) e Fernando.

Nos primeiros 16 minutos, foram efetuados muitos cruzamentos e cantos para a grande área por parte da Santa Clara, através dos famosos lançamentos de linha lateral, que permitiram a que Helton tivesse de esticar várias vezes para não deixar sofrer.

Essa pressão exercida deu frutos ao minuto 19 (1-0). Lançamento lateral de Patrick com a bola a sobrar para Fernando que cruzou para o desvio de cabeça de Thiago Santana.

Ao minuto 23, duas grandes intervenções de Helton Leite, uma após um livre lateral convertido por Patrick que saiu chegado à baliza e um cruzamento tenso de Bruno Lamas em que ninguém desviou.

As bolas paradas eram o ponto mais forte dos “Açorianos” que incomodavam sempre os “boavisteiros”, que despejavam as bolas para fora da zona da pequena área, nos últimos 30 metros.

Após ter recebido um cartão amarelo ao minuto 24, Thiago Santana saiu lesionado depois desse lance e foi obrigado a abandonar ao minuto 28 por troca com Stephens, o terreno de jogo.

Ao minuto 31, grande passe de Fábio Espinho que deixou Falcone na cara de Marco e o avançado atirou, mas o capitão do Santa Clara, Accioly, se esticou todo e evitou que a bola fosse para o caminho da baliza.

Marco esteve em evidência ao longo da partida, em um dos casos ao minuto 41, defendeu com segurança um pontapé de ressaca de Carraça.

Até que aos descontos da primeira parte, o Boavista chegaria ao empate (1-1). Livre de Fábio Espinho para a zona do primeiro poste com Falcone a se antecipar à defesa contrária e a desviar para o segundo poste, sem hipóteses para Marco. Este foi o segundo jogo consecutivo a marcar para o argentino.

A abrir a segunda parte, o laboratório de trabalho da Santa Clara começou a carburar depois da ida aos balneários ao minuto 50 (2-1). Saída rápida da Santa Clara com Zé Manel a tocar para Bruno Lamas, com o médio a se livrar de um adversário e a fazer um cruzamento sensacional para a zona do segundo poste, onde surgiu Fernando a tocar para o fundo da baliza de Helton.

Dez minutos depois, ao minuto 60, chegava o terceiro (3-1). Pé direito na bola de Osama Rashid e pontapé ao ângulo superior do poste direito, sem hipótese de defesa para Helton.

Cinco minutos após o terceiro dos “açorianos”, chegava o segundo golo dos “axadrezados” que reduzia a desvantagem para apenas um golo, ao minuto 65 (3-2). Rochinha ganhou espaço à entrada da área, rematou contra Fábio Cardoso com a bola a sobrar para Talocha que, na quina da área, atirou forte e cruzado para o fundo da baliza.

Após muita agressividade entre ambas as equipas, desde o minuto 66 ao minuto 82, com três amarelos e as substituições a quebrarem o ritmo de jogo, o Boavista ao minuto 83, esteve muito perto de chegar ao empate.

Livre cobrado por David Simão para a área, com Marco a tirar a soco, com a bola a sobrar para a entrada da área, onde surgiu Carraça, em que o lateral atirou forte e Marco deixou a bola escapar e viu esta a bater na trave para delírio dos adeptos e simpatizantes da casa e para desespero dos poucos, mas audíveis “Panteras Negras”.

Ao minuto 88, Livre lateral de Carraça e desvio de Rafael Lopes, a estar muito perto do poste direito da baliza açoriana.

No oitavo minuto de descontos até ao final da partida, a Santa Clara resolvia a partida e confirmava a segunda derrota do Boavista em quatro jogos no campeonato (4-2).  

Perda de bola de Mateus, saída rápida da Santa Clara por Stephens com o avançado a cruzar para o segundo poste, onde Rashid surge nas costas de Talocha e desvia para a baliza de Helton, que hoje, não esteve tão seguro como nos últimos três encontros da Liga Portuguesa.

Na próxima jornada, daqui a duas semanas, o Boavista joga com o Chaves em casa e a Santa Clara também com o Rio Ave.

“É difícil de digerir este resultado porque na verdade chegamos ao intervalo merecedores do golo, o Santa Clara jogou a favor do vento, acho que estivemos muito bem, o Santa Clara nos lançamentos de linha lateral e fomos mais rematadores, estivemos mais próximos de fazer golo. Na segunda parte, a tendência seria mais favoravelmente a favor para nós, a partir do minuto 75, deixamos de ter critério até então, as emoções estiveram mais em cima do que o critério, o resultado é exagerado. A saída do Fábio Espinho foi muito penalizador, não conseguimos fazer depois da saída dele”, referiu Jorge Simão, treinador do Boavista.

“Aquilo que já demonstrámos neste início de campeonato deixa-nos extremamente satisfeitos porque, à exceção do jogo com o Nacional, temos sido superiores aos adversários. Hoje, marcámos mais golos do que o adversário e aquilo que temos feito faz-nos estar tranquilos para o que aí vem”, expressou João Henriques, timoneiro da Santa Clara.

MVP da partida – Francisco Andrade – Na primeira parte, lutou muito. Mas pouco depois, fez o cruzamento certeiro para Thiago Santana inaugurar o placar. No início do segundo tempo, Fernando desfez o empate com um golo numa bela jogada de contra ataque e foi mais forte nesses dois aspetos.



Árbitro: António Nobre (AF Leiria)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Accioly (12'), André Claro (21'), Thiago Santana (24'), Fernando (69'), Anderson Carvalho (71'), Carraça (76') e Federico Falcone (84')




Diogo Bernardino

sábado, 1 de setembro de 2018


FC PORTO “B” VENCEU O ACADÉMICO DE VISEU POR 2-1 E CONQUISTA PRIMEIRA VITÓRIA NA II LIGA




O FC Porto “B” venceu o Académico de Viseu por 2-1 e conquista a primeira vitória, com destaque para o penálti de Rui Costa, hoje para a quarta jornada da II Liga Portuguesa de Futebol.

O objetivo do Porto “B” era o de corrigir o que aconteceu nas três jornadas com três derrotas consecutivas. Já o Académico de Viseu, que esteve imparável nessas jornadas, com duas vitórias e um empate.

O Porto “B” conseguiu sair da senda das derrotas e conquistou os primeiros pontos, com muito sofrimento e não quebrou a história de que à 4ª jornada, tinha três pontos conquistados, com um Académico de Viseu a atacar, mas sem a eficácia das outras jornadas.

Em termos de classificação, o Porto “B” está à condição, no 16º lugar com 3 pontos e o Académico de Viseu “B” em 4º com sete pontos.

O Porto “B” de Rui Barros se apresentou em 4x4x2 com: Mouhamed Mbaye, Oleg, Diego Landis, Alan Bidi, Fernando Fonseca, Kelechi (Romário Baró 76), Rui Pires, Luizão, Musa Yahaya (Rúben Macedo 45), Madi Queta (Moreto Cassamá 90) e Rui Costa.

O Académico de Viseu de Manuel Cajuda em 4x2x3x1 com: Jonas, Pica, Medina, Tiago Almeida, Lucas (Luisinho 66), Fall, Fernando Ferreira (Barry 76), João Mário, Gabriel (Kokorovic 61), Baumer e N´Sor.

Ao minuto 8, N´Sor concretizou um remate mas não acertou no alvo.

O Académico de Viseu foi a equipa que mais controlou os lances na primeira parte, levando a querer um FC Porto “B” mais frágil.

Ao minuto 42, o primeiro encontro para o Académico de Viseu (0-1). Passe de Kévin Medina para N´Sor finalizar com sucesso após uma má arrancada de Mbaye.

No início da segunda parte, ao minuto 50, os “portistas” conseguiram chegar ao golo do empate, após uma interceção falhada por parte de Jonas, que permitiu chegar ao 1-1.

Após um bom remate à baliza por Rui Costa (FC Porto B) ao minuto 61, mas com Jonas, a defender, os “viseenses” atacavam e pressionavam, com Pica ao minuto 63, a rematar de cabeça, mas a passar longe da baliza.

Ao minuto 72, falta de Pica sobre Rui Costa, com o árbitro a assinalar o castigo máximo, para Rui Costa de grande penalidade colocar pela primeira vez, o FC Porto “B” em vantagem no campeonato (2-1).

Em três minutos, do 81 ao 83, três grandes oportunidades para o golo do empate, duas vezes por Luís Barry e N´Sor, mas o grande lance de suspiro em Pedroso ocorreu ao minuto 87, quando Romário Baró mandou a bola com estrondo ao poste.

Nota para no final do encontro, com Kokorovic e Romário Baró, a serem expulsos nos descontos, por palavras dirigidas ao árbitro.  

Até final da partida, houve oportunidades para ambas as equipas, mas sem efeitos práticos.

Na Próxima Jornada, daqui a duas semanas, o FC Porto “B” vai ao recinto da Oliveirense e o Académico de Viseu joga com o Famalicão.

“Fizemos um jogo excelente, criamos muitas oportunidades de golo, em relação à qualidade de jogo foi sempre melhor, mas há sempre apertos e apertos. Os senhores árbitros tem o espaço deles, não vejo partes inimigas do jogo, não merecia perder o jogo pela qualidade de futebol, fomos melhores por equipa por culpa própria, há pinheiros e pinheiros. O Académico de Viseu é um candidato a fazer jogo a jogo, nós temos lacunas e muitas virtudes, há mais virtudes do que as lacunas, porque quem ganha os obstáculos são os vencedores”, referiu Manuel Cajuda, timoneiro do Académico de Viseu.

“Tenho que dar os parabéns aos meus jogadores, sabíamos que era um jogo difícil, com uma equipa madura, na primeira parte há sempre ansiedade, ao sofrermos o 1-0 ficamos com alguma mágoa, eles hoje deram uma resposta cabal. Os jogadores merecem, há mérito deles”, expressou Rui Barros, treinador do FC Porto “B”.

MVP da partida – Rui Costa – Bons apontamentos por parte do atacante, quando necessário sempre a procurar e a servir os seus companheiros e a conseguir com o penálti chegar aos primeiros pontos.
http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20182019/ledmanligapro/4/5



Árbitro: Fábio Melo (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Ferreira (55), Pica (72), Mbaye (83), e Kevin Medina (87). Cartão vermelho direto para Kokorovic (90+3) e Romário Baro (90+4).

Assistência: Cerca de 800 espetadores.



Fonte da Foto: Facebook oficial do Académico de Viseu


PENAFIEL VENCE O BRAGA “B” POR 3-0 E CONQUISTA SEGUNDA VITÓRIA NA II LIGA


O Penafiel venceu o Braga “B” por 3-0 e conquistou a segunda vitória no campeonato, hoje para a quarta jornada da II Liga Portuguesa de Futebol.

Este jogo tinha como condimentos, o facto de que o Braga “B” não tinha marcado qualquer golo e só tinha um ponto, sendo que o Penafiel tinha ganho na última jornada frente aos “bês” portistas e tinha a possibilidade de dobrar o número das vitórias.

O Penafiel de Armando Evangelista apostou em 4x4x2 com: José Costa, Luís Dias, João Paulo, Luís Pedro, Daniel Martins, Romeu Ribeiro, Ludovic, Tiago Ronaldo, Vasco Braga (Vini, 90+1), Yuri Araújo (Caetano, 70) e Pires (Fábio Abreu, 67).

O Braga de Wender em 4x3x3 com: Tiago Pereira, Danilo, Bruno Wilson, David Carmo, Pedro Amador, Ibrahima, Crespo, Villagrán (Elias Emanuel, 46), Simão (Denisson, 40), Trincão (Muric, 70) e João Magno.

O Penafiel conseguiu chegar à segunda vitória e foi uma formação muito forte para os “arsenalistas” que foram saciando a fome aos “durienses”, que não conseguiu atacar com eficácia e com mais uma jornada sem golos.

Em termos de classificação, o Penafiel em 6º lugar com seis pontos e o Braga em último lugar com um.

Ao minuto oito, os “durienses” inauguram o marcador (0-1). Remate de primeira, de Ludovic, após um cruzamento atrasado de Pires.

Do minuto 14 ao 24, quatro remates com perigo para os “bracarenses”, com João Magno por duas vezes, Villagran e Simão Azevedo a rematarem ao lado.

Com poucas oportunidades, mas com muita eficácia, o Penafiel chegou ao segundo golo ao minuto 34 (0-2). Um excelente passe de calcanhar de Ludovic a isolar Vasco Braga, que, na 'cara' de Tiago Pereira, rematou com força, sem hipóteses para Tiago Pereira.

Os “bracarenses” pressionavam, mas era inconsequente, para os homens de Armando Evangelista que se limitaram a controlar o jogo e num contra-ataque a tentar chegar ao terceiro golo.

Ao minuto 82, o Braga realizou o seu remate mais perigoso por Robert Muric, com um bom remate correspondido por José Costa.

Mas, aos 89 minutos, como se sabe, quem não marca, sofre (0-3). Falta de David Carmo sobre Fábio Abreu, com Vasco Braga a ‘bisar’ e a dar os três pontos aos “durienses”.

Nas próximas duas semanas não haverá campeonato, com o Penafiel a receber o Cova da Piedade e o Braga vai a Arouca.

MVP da Partida – Vasco Braga – Foi o jogador que mais deu aos companheiros e que mais oportunidades de perigo causou, para conseguir chegar a dois dos três golos que deram a segunda vitória consecutiva para os “durienses”


Árbitro: Pedro Vilaça (Associação de Futebol de Viana do Castelo).

Ação disciplinar: cartão amarelo para David Carmo (63), Luís Dias (65) e Bruno Wilson (90+3).

Assistência: cerca de 300 espetadores.



Fonte da Foto: Facebook oficial do Penafiel



Diogo Bernardino


ISMAI NÃO CONSEGUIU SUPERAR O BENFICA E PERDE NA ESTREIA DO CAMPEONATO DE ANDEBOL



O ISMAI não conseguiu superar o Benfica, tendo perdido na estreia do campeonato nacional de andebol por 25-20, hoje para a 1ª jornada, no Pavilhão nº2 da Luz.

Após a conquista da Supertaça, no último domingo, com o Sporting no Fórum Braga, a formação de Carlos Resende conseguiu ser superior a um ISMAI que lutou apenas cinco minutos em cada parte, mas nunca esteve perto de chegar ao empate, muito por culpa do mérito dos jogadores “encarnados”.

Os primeiros cinco minutos da partida foram equilibrados, com ambas as equipas a começarem a carburar os motores e a engrenar para os objetivos pretendidos pelas direções e equipas técnicas, a vencer por 4-3.

Com o regresso de Fábio Vidrago, no Benfica, após um ano de ausência, o Benfica começou a demonstrar toda a sua força e a diminuir cada vez mais as capacidades de resposta por parte dos jogadores do ISMAI que foram a perder ao intervalo por uma desvantagem de quatro golos (13-9).

Na segunda parte, do minuto 41 ao 44, o ISMAI conseguiu chegar o mais perto possível do Benfica com apenas dois golos de desvantagem, mas depois do 2º Timeout pedido pelo técnico Carlos Resende, o Benfica dominou o ritmo de jogo e conseguiu gerar o resultado como queria.

Com muitas falhas técnicas, o destaque no ISMAI foi o ponta-esquerda, Hugo Santos, com quatro golos e o lateral esquerdo Délcio Pina, com três, apesar do pivô Carlos Santos e do central João Carvalho terem tido o mesmo número de golos.

No Benfica destaque para o lateral-direito, Belone Moreira, a ser o melhor marcador da partida, com sete golos e o pivô Paulo Moreno com cinco.

Até final, o Benfica conseguiu os três pontos, sendo que o ISMAI deu uma boa luta frente a um crónico candidato ao título, mas perdeu por cinco golos de diferença (25-20)

Na próxima jornada, o Benfica vai jogar à Madeira, com o Madeira SAD às 17h e o ISMAI recebe o Belenenses às 19h, jogos para o próximo sábado respetivamente.

MVP da Partida – Belone Moreira – Foi um dos esteios da formação do Benfica, coincidindo com a sua qualidade, aspetos táticos e técnicos de recorte fino, coroado como o melhor marcador da partida.



Jogo da 1ª Jornada do Campeonato Nacional de Andebol

Intervalo (13-9); Final (25-20)



Equipas e Golos:


Benfica:


1 Hugo Figueira (1)                                                                                       
3 Davide Carvalho                                                                                        
5 Daniel Neves (1)                                                                                        
8 João Pais (2)                                                                                
11 Belone Moreira (7)                                                                                
13 Paulo Moreno (5)                                                                                   
14 Ricardo Pesqueira                                                                                                  
15 Arthur Patrianova (1)                                                                                           
16 Borko Ristovski                                                                                        
18 Pedro Real                                                                                 
19 Carlos Martins (2)                                                                                   
22 Nuno Pereira (4)                                                                                     
24 Alexandre Cavalcanti (2)                                                                                      
34 Fábio Antunes                                                                                                         
44 Pedro Loureiro


ISMAI:

1 Manuel Borges                                                                                          
2 Hugo Gloria                                                                                                 
3 Délcio Pina (3)                                                                                            
6 Ricardo Mourão (1)                                                                                  
7 Roberto Ferreira                                                                                                       
15 José Rebelo (2)                                                                                        
17 Carlos Santos (3)                                                      
18 António Almeida (3)                                                                              
19 João Carvalho (1)                                                                                    
24 Hugo Santos (4)                                                                                       
25 Afonso Correia                                                                         
27 João Furtado (2)                                                                                      
77 Manuel Lima                                                                             
86 Ricardo Castro                                                                          
93 André Azevedo (1)


2 Minutos de Exclusão:                2/4



Fonte da Foto: Facebook oficial do SL Benfica



Diogo Bernardino

ÁGUAS SANTAS VENCE NA ESTREIA DO CAMPEONATO DE ANDEBOL FRENTE AO BOA HORA


A formação “maiata” do Águas Santas venceu hoje na estreia do campeonato de andebol frente ao Boa Hora por 34-22, no Pavilhão da equipa da casa, para a 1ª jornada.

No recinto dos “maiatos”, o Águas Santas se superiorizou em todos os aspetos do jogo, conseguindo nos primeiros cinco minutos da partida, uma vantagem de três golos, todos marcados pelo homem do costume, o central Pedro Cruz e o ponta-direita José Barbosa, em destaque.

O lateral esquerdo Vasco Santos, começou a entrar nervoso no início da partida e recebeu duas exclusões de dois minutos nos primeiros seis minutos da partida, o que condicionou a formação treinada por José António Silva de ter nota 20 de prestação.

O Boa Hora teve seis remates falhados ao longo da partida, o que demonstra a falta de eficácia ofensiva que a formação lisboeta teve. Muitas faltas técnicas e passes sem critério permitiram que o conjunto da Maia, tornasse o jogo mais fácil.

A formação lisboeta nunca conseguiu reagir ao ímpeto dos “maiatos”, e sempre esteve atrás do resultado, ao longo da primeira parte, com o Águas Santas a vencer ao intervalo por 17-10.

Este jogo ditava o regresso de José António Silva após ter sido treinador da formação da época 2008/2009 a 2014/2015 e melhor entrada no campeonato não podia ter.

Luís Santana era um homem constantemente irritado com as falhas defensivas e técnicas que a equipa efetuava, que pedia um jogo mais fácil, claro e objetivo, sem a necessidade de complicar o que à partida seria simples.

Na segunda parte, o Águas Santas continuou a ser a equipa eficaz que demonstrou ao longo das últimas temporadas e ainda cavou mais a fundo as deficiências que este novo Boa Hora que em 18 jogadores, 11 se estrearam esta tarde pela formação lisboeta.

Muitos jovens que fizeram parte dos três grandes rivais da região: Sporting, Benfica e Belenenses, com o ponta-direita, Francisco Tavares, contratado aos “leões”, em grande destaque, com seis golos marcados e o ponta-direita André Alves, contratado aos “encarnados”, com cinco golos, muitos deles concretizados em livres de sete metros.

Até final, a formação do Águas Santas rodou o plantel, com os jogadores que entraram da formação e que deram as primeiras amostras aos adeptos e simpatizantes que dentro de um pavilhão “abrasador” não deixaram de apoiar a sua equipa.

O resultado final espelha o domínio total do ritmo de jogo do Águas Santas sobre o Boa Hora (34-22).

Na próxima semana o Águas Santas irá a Avanca e o Boa Hora recebe o Fafe.

MVP da Partida – António Campos – Um bom punhado de defesas que o veterano de 39 anos efetuou nesta partida, foram apenas um dos muitos pontos positivos efetuados pela formação maiata.



Jogo da 1ª jornada do Campeonato Nacional de Andebol

Intervalo (17-10); Final (34-22)



Equipas e Golos:


Águas Santas:

1 António Campos
3 Mário Rego (1)
5 Fábio Teixeira
7 Vasco Santos
8 José Barbosa (8)
9 Pedro Cruz (7)
10 Gonçalo Vieira
13 Mário Lourenço (6)
14 Nuno Fernandes (2)
17 Jorge Mendes
19 Francisco Fontes (3)
20 Mário Oliveira (3)
21 Belmiro Alves (4)
22 António Aparício
24 Henrique Carlota
27 Rúben Santos


Boa Hora:

1 Manuel Gaspar                                                                                                          
2 Ricardo Queirós                                                                                          
4 Pedro Costa                                                                                
6 Bruno Gaspar (2)                                                                                       
8 Rui Barreto (2)                                                                                            
9 Marcos Araújo                                                            
10 André Alves (5)                                                                                       
12 Diogo Valério                                                                            
13 Nuno Pinto                                                                
14 Gilson Correia                                                                                                          
16 António Ribeiro                                                                                                       
20 Uros Markovic (1)                                                                   
21 Pedro Pinto  (2)                                                                                       
22 Francisco Tavares (6)                                                                                            
24 Pedro Santana (4)                                                                                  
25 Henrique Barbosa    


2 Minutos de exclusão: 6/3



Fonte da Foto: Facebook oficial do Águas Santas


Diogo Bernardino