domingo, 26 de agosto de 2018


VARZIM VENCE FRENTE AO COVILHÃ POR 3-1 COM SEGUNDA PARTE EFICAZ


O Varzim venceu o Covilhã por 3-1, com segunda parte mais eficaz e incisiva, hoje para a terceira jornada da II Liga Portuguesa de Futebol.

Este era um encontro que ia primar pela excelência no capítulo da finalização, sempre com a seta apontada à direção de ambas as balizas, com muita inspiração, perante esses lances.

O Varzim de Nuno Capucho se apresentou em 4x4x2 com: Paulo Vítor, Mário Sérgio, Nélson Agra, Jeferson, Rui Coentrão, Estrela, Ruan Teles (Júlio Alves, 85), Nelsinho, Cherif (Ruster, 53), Stanley (Jonathan, 53) e Haman.

O Covilhã de Dito jogou em 4x3x3 com: São Bento, Gilberto, João Cunha, Jaime, Henrique, Quiroga (Rick Sena, 65), Rodrigues (Onyeka, 79), Adriano (Bonani, 65), Makouta, Kisley e Deivison.

Foi um encontro em que os “poveiros” foram mais eficazes na hora da finalização e foram capazes de a gerir com bastante eficácia

No final desta jornada, na classificação, o Varzim à condição fica em 5º lugar com seis pontos e o Covilhã em 8º com quatro pontos.

Os “serranos” começaram a entrar com mais qualidade, mas os “poveiros” entravam as oportunidades que tinham.

O primeiro golo apareceu ao minuto 15. (1-0). Remate de Haman de fora da área, que Stanley ainda conseguiu desviar e trair o guarda-redes contrário.

Apesar do golo sofrido, a formação do Covilhã continuou a atacar com insistência, com bons apontamentos ao minuto 18 por Makouta, ao 31 por Adriano e ao 37 por Deivison.

Chérif e Ruan Teles eram os mais inconformados com esta boa capacidade ofensiva, que também tentaram a sua sorte, mas sem sucesso.

Ao minuto 37, remate de Jaime Simões, com a bola a causar estrondo ao poste da baliza de Paulo Vítor.

Stanley e Nelsinho para o Varzim e Makouta para o Covilhã estiveram perto de marcar, mas o resultado ao intervalo era de 1-0 para os da casa.

No início da segunda parte, ao minuto 50, o golo do empate para o Covilhã (1-1). Passe de Gilberto para Deivison fintar e driblar os seus adversários, sendo mais fortes que os seus oponentes e a colocar a bola dentro da baliza com qualidade.

O jogo começou a entrar num estilo mais duro, mais forte, com dois cartões amarelos para os homens dos “Leões da Serra” que incidiram em jogar num estilo mais apoiado e entrelinhas, para não permitir qualquer tipo de desequilíbrios.

Ao minuto 61, chega o segundo golo do Varzim (2-1). Lance de Mário Sérgio, para Ruan Teles que ao cruzar com eficácia, Jonathan Toro que se estreou nesta partida, e a desfeitar o cruzamento, colocando a equipa novamente em vantagem.

A partir daqui, o Covilhã foi sempre atrás do prejuízo, tentando de todas as formas conseguir o empate, que até causou uma grande penalidade que não foi cometida ao minuto 74 por Nelsinho.

Os ataques constantes e bem organizados do Varzim provocaram a “derrocada” final no Covilhã ao minuto 78 (3-1). Grande penalidade bem convertida por Ruan Teles.

Até final, o resultado não se alterou e não houve oportunidades de grande qualidade, de parte a parte, com o Varzim a controlar a bola e sempre que podia, atacava e o Covilhã a explorar o contra-ataque como a única solução.

Na próxima jornada, o Varzim recebe o Paços de Ferreira numa partida que se antecipa de grande qualidade e o Covilhã com o Vitória de Guimarães “B” em casa.

MVP da partida – Ruan Teles – Incisivo, organizado, calculista, foi um dono e senhor do meio campo dos “poveiros” que começaram a carburar para garantir a segunda vitória consecutiva no campeonato.



Árbitro: Hugo Miguel (AF Lisboa).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Rodrigues (53), Kisley (54), Jaime (73) e Henrique (76).

Assistência: cerca 1.500 espetadores.



Fonte da Foto: Facebook oficial do Varzim



Diogo Bernardino

sábado, 25 de agosto de 2018


PENAFIEL VENCEU O FC PORTO “B” POR 2-0 E CONQUISTA PRIMEIRA VITÓRIA NA II LIGA


O Penafiel venceu o FC Porto “B” por 2-0 e conquista primeira vitória, com destaque para os golos de Vasco Braga e Pires, hoje para a terceira jornada da II Liga Portuguesa de Futebol.

O objetivo do Porto “B” era o de corrigir o que aconteceu na primeira jornada com a derrota do Estoril por 4-0, e de outra derrota frente ao Farense por 3-1. Já o Penafiel também com a mesma sina, queria conquistar também a sua primeira vitória neste campeonato.

O Penafiel conseguiu sair da senda das derrotas, mesmo com um FC Porto que conseguiu colocar o seu estilo de jogo, criar mais iniciativas, mais oportunidades, mas a falta de entrosamento no colectivo e os erros cruciais no aspeto individual permitiram que os “durienses” saíssem com os seus primeiros três pontos.

Em termos de classificação, o Penafiel está à condição, no 11º lugar com três pontos e o FC Porto “B” em último (18º) com zero pontos.

O Porto “B” de Rui Barros se apresentou em 4x4x2 com três alterações: Mouhamed Mbaye, Oleg, Diego Landis, Justiniano (Kelechi 68), João Pedro, Romário Baró (Madi Queta 62), Rui Pires, Luizão, Marius, Rúben Macedo (Musa Yahaya 69) e Rui Costa.

O Penafiel de Rui Duarte em 4x1x4x1 com: José Costa, Daniel Martins, João Paulo, Luís Pedro, Luís Dias, Romeu Ribeiro, Yuri Araújo (Cristian Machado 90+1’), Vasco Braga, Tiago, Ludovic (Caetano 84) e Pires.

Os primeiros 20 minutos estiveram mais equilibrados, com remates de parte a parte, em que ambas as equipas estavam cerradas em não errar e em não perder, para conseguir o objetivo dos três pontos.

Ao minuto 8 os “durienses” criaram a primeira grande oportunidade de perigo com um remate para fora de Yuri.

Os “bês” portistas começavam a pressionar os “rubro-negros” até às cordas, com lances como ao minuto 11, que cabeceava por cima da baliza.

O primeiro golo apareceu ao minuto 32 para o Penafiel por intermédio de Pires (1-0).

Cruzamento de Vasco Braga e Pires a executar um cabeceamento fulminante com a bola a entrar no fundo das redes.

Continuaram as tentativas, mas estas esbarravam nas defesas contrárias com destaque ao minuto 41, para um remate bem enquadrado de Rúben Macedo, para uma defesa apertada do guarda redes do Penafiel.

Nos primeiros 15 minutos da segunda parte, ambos os conjuntos começavam a sair de um estilo de jogo mais concentrado em não sofrer com bons ataques ao minuto 51 por Diego Landis de cabeça e ao minuto 57 com o remate de Pires a ser bloqueado por um homem “portista”.

Ao minuto 61, o Penafiel aumenta a vantagem por intermédio de Vasco Braga (2-0).

Na segunda parte os “durienses” atacavam com mais eficácia e aproveitavam quaisquer oportunidades para causar perigo à baliza de Mbaye.

Bons apontamentos por parte do Penafiel com Yuri a rematar ao minuto 74 mas sem efeitos práticos.

Ao minuto 84, remate à barra de Marius, que poderia se ter consumado no primeiro golo dos “bês” portistas neste campeonato.

Até final da partida, houve oportunidades para ambas as equipas, mas sem efeitos práticos.

Na Próxima Jornada o FC Porto “B” recebe o Académico de Viseu no Estádio municipal de Pedroso e o Penafiel vai ao Estádio 1º de Maio com o Braga “B”, ambos a 01 de setembro, às 17h.

“Por vezes, o nosso esforço não é traduzido em resultados, mas nós sabíamos que a equipa tinha capacidades para conseguir esse objetivo, porque aquilo que eles fizeram nos dois jogos anteriores não foi obra do acaso. Cometeram-se alguns erros próprios de início de época, hoje sabíamos que o grau de dificuldade ia aumentar, porque não íamos enfrentar qualquer equipa que tem jovens com muito valor, que andavam à procura do mesmo que o Penafiel. Fomos uma equipa inteligente, numa primeira parte em ataques organizados e na segunda parte entramos em contra ataques e ataques rápidos para chegar à vitória”, referiu Armando Evangelista, timoneiro do Penafiel.

“Acima de tudo, temos de estar mais concentrados, temos sofridos golos cruciais de bola parada, com duas derrotas a moral não era a melhor, mas há muito campeonato e esperamos melhorar nas próximas jornadas. Tenho bons miúdos, temos de reforçar aquilo que podemos, para melhorar e ganhar os jogos”, expressou Rui Barros, treinador do FC Porto “B”.



MVP da partida – Yuri Machado – Bons apontamentos por parte do médio, que demonstrou ser o esteio desta equipa, quando necessário entrar no contra ataque, ataque organizado e profundo dentro da pequena área, sempre a procurar e a servir os seus companheiros e a rasgar a linha defensiva do FC Porto “B”.



Árbitro: Iancu Vasilica (AF Vila Real)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para João Pedro (60), Cartão amarelo para Vasco Braga (71)

Assistência: 513 espetadores



Fonte da Foto: Facebook oficial do Penafiel



Diogo Bernardino

quinta-feira, 23 de agosto de 2018


LEÇA AINDA PRECISA DE AFINAR CERTAS AGULHAS PARA MELHORAR O SEU JOGO


O Leça mostrou na segunda jornada que ainda precisa de afinar certas agulhas para melhorar o seu estilo de jogo e demonstrar a qualidade que os jogadores têm dentro do seu espírito.

Uma primeira parte bem conseguida de parte a parte, uma segunda com mais remates incisivos e oportunidades com perigo. Para mau dos inglórios, os resultados continuam a não satisfazer os adeptos leceiros que mais uma vez estiveram em bom nome, apesar do calor abrasador que se fazia sentir.

A derrota do Leça frente ao Cesarense pelo mesmo resultado da 1º jornada em Lourosa dá que pensar, aonde é que Domingos Barros e Jovanovic deverão melhorar as suas peças para jogar de forma mais fluída e clara, sempre procurando encurtar as diferenças defronte dos seus adversários.

Existe ainda algumas lacunas e um pouco de falta de estofo, dentro de campo, mas não se pode dizer que o Leça não lutou para que o resultado fosse diferente, falta aprimorar a finalização e não deixar perder tantas bolas no último terço onde está a defender Gabi Souza, que ontem fez algumas defesas de brio, mas não tinha como defender aqueles três golos da equipa do “Mergulhão”.

De facto a pressão homem a homem necessária para travar os ataques a partir da primeira fase de construção não houve, a defesa esteve bem, com alguns momentos de aplausos por parte dos adeptos, mas faltou a tal eficácia.

A procissão só vai no início, ainda falta tanto por percorrer e os atletas demonstraram em certas ocasiões, que conseguem jogadas com bastante perigo às balizas dos adversários e necessita de incarnar essa alma de tradição, raça e paixão por aquele símbolo, Independemente de quem seja o oponente à frente.

Por vezes quem mais beber do néctar do sofrimento, da luta, do suor, de dar mais do que os 100%, sabe chegar ao final de uma partida, com uma vitória nessa jornada.





Fonte da Foto: Facebook oficial do Leça



Diogo Bernardino 


terça-feira, 21 de agosto de 2018

ATUM CON 300KG APREENDIDO EM MATOSINHOS

O peixe foi doado a instituições de caridade social, depois de considerado próprio para consumo numa inspeção higiossanitária. Peixe foi apreendido na lota de Matosinhos. Depois de considerado próprio para consumo, foi doado a várias instituições. O Destacamento de Controlo Costeiro da GNR de Matosinhos procedeu esta segunda-feira à apreensão de um exemplar de atum-rabilho (Thunnus thynnus) com 300 quilos e valor presumível de 5720 euros. O peixe foi apreendido na lota de Matosinhos numa operação destinada ao controlo do cumprimento das normas que regem a captura, desembarque, transporte, e comercialização de pescado fresco. “No decurso de uma fiscalização, os militares detetaram o exemplar que tinha sido capturado por uma embarcação da arte do cerco, sendo que a pesca desta espécie está proibida desde o dia 1 de agosto de 2018”, escreve o comunicado das autoridades. O peixe foi doado a instituições de caridade social, depois de considerado próprio para consumo numa inspeção higiossanitária. Esta é uma espécie cujo o seu estado de conservação se encontra ameaçado e "em perigo". In: jn.pt

segunda-feira, 20 de agosto de 2018


FC PORTO SOFRE PARA VENCER O BELENENSES POR 2 – 3 COM ALEX TELLES EM DESTAQUE


O FC Porto sofreu para vencer fora o Belenenses por 2-3, com golo de grande penalidade ao último minuto de Alex Telles, hoje para a segunda ronda da I Liga Portuguesa de Futebol.

Dois anos depois de ter jogado no Jamor, para a final da Taça de Portugal em 2016/2017, frente ao Sporting de Braga, pelo qual não conseguiu conquistar esse troféu, foi precisamente num estádio a que teremos de estar habituados a partir de agora, a chamar-o do estádio da festa do futebol e do Belenenses SAD. O Belenenses Clube está na distrital da AF Lisboa.

O FC Porto apostou na receita do costume com Sérgio Conceição a apostar num 4x4x2 com: Casillas, Maxi, Felipe, Diogo Leite, Alex Telles, Otávio (Oliver 73), Sérgio Oliveira, Herrera, Brahimi (Hernani 81), André Pereira (Corona 64) e Aboubakar

O Belenenses de Silas apostava em 4x3x3 com: Muriel, Viana (Sagna 70), Sasso, Gonçalo Silva, Bergdich, Lucca, Nuno Coelho, Ljujic (Dálcio Gomes 40), Fredy, Keita e Licá (Henrique Almeida 66)

Os primeiros vinte minutos foram de definições entre os dois conjuntos à procura de começarem a carburar os seus motores prontos para a descarga de jogadas deliciosas e apetitosas para os adeptos e simpatizantes que fizeram do Estádio Nacional, um excelente palco para a prática de um futebol com emoção até ao fim, degustado com saborosos vinhos dos mais excelentes calibres, como diríamos na gíria da “bola”, os jogadores.

No final deste encontro, o Porto é líder do campeonato, devido à diferença de golos marcados para os sofridos (8 marcados e 2 sofridos) e o Belenenses está em 7º lugar.

O Belenenses não se pode queixar de si próprio por não ter conseguido a vitória, fez tudo o que esteve ao seu alcance para conseguir retirar frutos de um encontro que veio a demonstrar que para os lados do “Belém”, a saúde se vive e se respire com batimento cardíaco profundo, ou seja, com saúde.

Ao minuto 6, Fredy atirou de fora da área, por cima da barra e ao minuto 11, Ljujic trabalhou a bola e serviu Fredy, que descobriu Keita, que solto na área, atira a rasar a trave.

Ao minuto 23, Felipe denunciou o passe para Casillas, que depois rematou contra Keita, com a bola a bater em Casillas e a sair pela linha de fundo.
Ao minuto 25, bola nos ferros da baliza de Muriel. Cruzamento de Maxi Pereira e André Pereira cabeceia à barra.

Logo no minuto seguinte (26), primeiro golo do Porto e o primeiro na carreira deste jovem central. (0-1).

Livre lateral, em jeito de canto mais curto, de Alex Telles para Diogo Leite inaugurar o marcador.

A partir do primeiro golo, os “dragões” começaram a abrir mais o jogo e a expor as suas cartas, bastante fortes, como foi Brahimi ao minuto 37. Sérgio Oliveira abre neste na esquerda, mas a bola fica ligeiramente atrasada e o argelino teria de fazer uma finta de outro mundo e o remate a sair torto.

Não foi o melhor jogo de Brahimi, mas às vezes, os melhores jogadores não tendem sempre aqueles que estamos à espera.

Ao intervalo, o Porto vencia por 0-1.

No início da segunda parte, dádiva dos céus de Dálcio para Otávio, ao minuto 46 (0-2).

Dálcio faz um mau passe para trás, Otávio ganha a bola, contorna o guarda-redes e atira para aumentar a contagem.

Após o segundo golo, começou o espetáculo da segunda jornada do campeonato, com casos insólitos que vão dar que falar nos debates algo mastigados e intermináveis da comunicação social televisiva portuguesa.

Ao minuto 54, Penálti assinalado a Diogo Leite por mão na bola. Uma grande penalidade que só foi assinalada vários minutos depois e com recurso ao VAR.

Ao minuto 56, o Belenenses a reduzir a desvantagem por Fredy (1-2).

Ao minuto 59, o que falhava Licá, Fredy recebia a bola na área e tocava para o lado, isolando o ex- FC Porto em 2013/2014, e a atirar para defesa apertada de Casillas.

Até ao minuto 82, o jogo era de bola lá e bola cá, sem determinação por parte das equipas em procurar o golo, sempre controlando a bola, à espera de alguma inspiração ou imaginação que pudesse aparecer do nada, de repente. Fica o aviso dado.

Ao minuto 83, o Belenenses empatava (2-2).

Fredy recebia em profundidade e trabalhava bem junto à linha sobre Felipe, levantou para o segundo poste, onde Keita saltou nas costas do pequeno mas raçudo Maxi e empurrava para o golo do empate com o espanhol Iker Casillas a ainda tocar na bola mas a não evitar que ela entrasse.

Ao minuto 90 + 2’, nasceu o golo mais celebrado do jogo, como se de repente, vê as voltas que este texto dá, eu avisei, depois de um remate em vólei do capitão Herrera, que foi ao ferro direto, Carlos Xistra pediu calma porque estava do seu microfone indicações.

Esperou, esperou, esperou, esperou, esperou, bem esperou até que nunca mais acabava a espera e os adeptos a ficarem impacientes no estádio com a quantidade de vezes que foi visto o lance, mas era necessário para tirar as conclusões precisas e exatas como se fossem retiradas a papel químico ou de uma jogada de laboratório.

Ao minuto 90 + 5’, suspirou Alex Telles, a ser encarregado nos seus ombros o peso dos três pontos para o Porto e com calma e mestria, empurrou para o fundo da baliza de Muriel que recolocou os “dragões” na frente. (2-3)

No fundo custou tudo, a alma, o empenho, o sacrifício, a luta, a determinação para agarrar estes pontos e nunca mais os largar.

É verdade que o Porto não fez um bom jogo, mas marcou, não conseguiu concretizar lances de perigo, mas os fez e deixou o Belenenses se reanimar na partida, mas no final do jogo, os sorrisos eram dos “dragões”, alguns que fizeram muitos Kms para apoiar o seu clube.

Na próxima jornada, o FC Porto vai jogar em casa após o dérbi de Lisboa, frente ao Vitória de Guimarães e o Belenenses vai a Moreira de Cónegos.

“Esta relva torna a circulação mais lenta, no controlo de bola tem de dar-se mais do que um toque. Mas não quero entrar por aí. Foi mérito de um Belenenses forte, que acreditou sempre e que tem qualidade. Não fomos completamente eficazes no primeiro momento de pressão. A espaços, o Belenenses chegou ao nosso último terço com alguma facilidade, mas penso que o jogo acabou por ser difícil pelo ambiente historicamente difícil. Nos últimos cinco jogos com o Belenenses, o FC Porto tem uma vitória. Uns dias pratica-se um futebol champanhe e noutros um tipo vinho tinto da tasca, que também é saboroso”, referiu Sérgio Conceição, treinador do FC Porto

“Foi mesmo no final. Foi um jogo completamente diferente do que fizemos em Tondela em termos de processos. Lá não conseguimos fazer o que queríamos e conseguimos vencer. Aqui conseguimos o que queríamos, mas acabámos por perder”, afirmou Tiago Dias, adjunto do timoneiro do Belenenses SAD.

MVP da partida – Alex Telles – Além de ter mais uma vez o salvador para o FC Porto, consegui demonstrar dentro do terreno, toda a sua qualidade de cruzamento, como fez para a cabeça de Diogo Leite, pelo qual no último minuto, a escolha em si para bater as grandes penalidades não foi em vão.



Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Diogo Leite (57), Cartão amarelo para Aboubakar (71), Cartão amarelo para Felipe (89) e cartão amarelo para Henrique (90)


Diogo Bernardino



RIO AVE VENCE PELA PRIMEIRA VEZ NO CAMPEONATO COM O MARÍTIMO POR 3-1


O Rio Ave venceu em casa com o Marítimo por 3-1, com destaque para Bruno Moreira, hoje para a segunda jornada da I Liga Portuguesa de Futebol.

No estádio do Rio Ave, os madeirenses já não venciam desde 18 de agosto de 2012.

O Rio Ave de José Gomes se apresentava num esquema de 4x2x3x1 com: Leo Jardim, Nadjack, Borekovic, Buatu, Afonso Figueiredo, Tarantini (Jambor 65), Leandrinho, Gabrielzinho (Damien Furtado 80), Gelson Dala (Schmidt 74), Galeno e Bruno Moreira.

O Marítimo de Claúdio Braga com uma ideologia de jogo baseada no 4x1x3x2 com: Amir, Bebeto, Zainadine, Lucas Áfrico, Rúben Ferreira, Fabrício (Everton 86), Edgar Costa (Jean Cleber 45), Danny (Ricardo Valente 77), Correa, Rodrigo Pinho e Joel Tagueu.

Apesar da vitória, o Rio Ave ainda não conseguiu transcrever a enorme qualidade de jogo que já demonstrou na época passada, com excelentes recursos a nível ofensivo e defensivo, claro que ainda estamos no início da procissão, mas o bom futebol teima ainda em não aparecer para os “vilacondenses”.

Com este resultado, o Rio Ave fica à condição em 8º lugar e o Marítimo em 11º, ambos com três pontos.

Ao quarto minuto, primeiro lance de perigo do jogo, com Bruno Moreira, em destaque. Combinação de Dala com Gabrielzinho, que cruzou para a área e Bruno a rematar ao lado.

Ao mesmo minuto, bola na trave de Rodrigo Pinho para os “madeirenses”. Pontapé do guarda-redes Amir e Rodrigo Pinho a fazer o chapéu sobre Léo Jardim e a acertar na barra.

O primeiro golo chegou ao minuto 13 (1-0).

Assistência da direita de Gabrielzinho e Bruno Moreira aparece na área a desviar.

Ao minuto 36, Gelson Dala, o jogador emprestado demonstrou demasiado egoísmo, quando tinha Galeno solto para fazer o segundo e preferiu rematar à entrada da área para defesa de Amir, incrível que foi o desfecho de um lance tão simples de se resolver à partida.

Este não demoraria e aprendeu com o erro ao minuto 40 com o segundo golo dos “vila condenses” (2-0)

Em posição privilegiada, à entrada da área, preferiu combinar com Bruno Moreira, recebendo e desviando para o golo na cara do guarda-redes do Marítimo.

O Rio Ave ganhava ao intervalo por 2-0, mas o jogo tinha sido repartido em termos de estatísticas para ambos os conjuntos.

No início da segunda parte, a equipa de Cláudio Braga começava a dar nas vistas e organizar jogo de forma coerente e a criar lances de grande perigo para a baliza de Léo. Um deles foi Joaquin Correa que ao minuto 57 mandou uma bola ao poste, lance de Danny com o argentino a mandar com estrondo ao ferro.

Continuava a reagir o Marítimo e o Rio Ave ficava mais enclausurado atrás na defesa, juntando linhas, sempre à espera do erro do adversário. Ao minuto 70, Danny recebeu e contornou o guarda-redes mas ficou com o ângulo apertado e tentou servir para Joel, que não consegue chegar à bola, após um belo corte de um homem aos comandos de José Gomes.

Ao minuto 73, infantilidade de Buatu sobre Joel, para a marcação de uma grande penalidade, que o camaronês, sem inglório, e com olhos frios e cabeça fria, mandou para o lado contrário do guardião e reduziu a desvantagem (2-1).

A partir daqui o jogo abriu, e com isso, ganhou mais o espetáculo desportivo, sendo que ao minuto 78, Nadjack serviu Bruno Moreira, que rematou muito por cima da baliza e ao minuto 84, Rodrigo Pinho, com um cabeceamento fulminante para uma defesa extraordinária de Léo Jardim.

E de forma algo estupefacta, chegou o terceiro golo do Rio Ave ao minuto 86 (3-1).

Rúben Ferreira tentou afastar com tudo e acabou por acertar em Damien Furtado, que à entrada da área do Marítimo, o guarda redes iraniano não tem como reagir à bola que entrou na sua baliza.

O resultado final permitiu os primeiros três pontos do campeonato para o Rio Ave.

Na próxima jornada, o Marítimo joga em casa frente ao Chaves e o Rio Ave fora em Tondela.

“Foi um jogo plenamente conseguido? Não. Merecemos ganhar? Sim. Com toda a justiça. O Marítimo tem duas bolas no poste, é verdade, mas nós produzimos mais. Era fundamental vencer para ajudar esta equipa a crescer. É uma equipa nova que levou alguns sopapos no início e a vitória é a grande alavanca para nos dar confiança. Esta equipa pode mostrar mais e ambicionar um futebol dominador, com confiança”, referiu José Gomes, treinador do Rio Ave.

“Fizemos o nosso trabalho de casa bem feito. A ideia era de querer ganhar o jogo, trouxemos um plano para este jogo que era de ter bola e para isso é preciso defender de forma agressiva e à frente. Não quero comparações com a época passada. A única coisa que posso dizer do ano passado é que saímos com zero pontos em ambos. Mas o nosso trabalho foi bem feito. O resultado é uma injustiça. Merecíamos um bocadinho mais”, expressou Cláudio Braga, timoneiro do Marítimo.

MVP da partida – Bruno Moreira - O ponta-de-lança português estreou-se a marcar pelo Rio Ave e além do golo, esteve em destaque ao fazer a assistência para o segundo de Gelson Dala.



Árbitro: Vítor Ferreira (AF Braga)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Bebeto (17) e cartão amarelo para Buatu (72)

Assistência: 2529 espetadores



Diogo Bernardino

domingo, 19 de agosto de 2018


PENAFIEL PERDE FORA FRENTE AO FAMALICÃO POR 2-0 COM “BIS” DE WALTERSON


O Penafiel perdeu fora com o Famalicão por 2-0, com dois golos de Walterson, hoje para a segunda jornada da II Liga Portuguesa de Futebol.

Este era um encontro que ia primar pela excelência no capítulo da finalização, sempre com a seta apontada à direção de ambas as balizas, com muita inspiração, perante esses lances.

O Penafiel de Armando Evangelista se apresentou em 4x4x2 com: José Costa, Luís Dias (Hélio Cruz, 55), João Paulo, Luís Pedro, Daniel Martins (Fernandinho, 55), Romeu Ribeiro, Tiago (Cristian, 61), Ludovic, Vasco Braga, Yuri Araújo e Pires.

O Famalicão de Sérgio Vieira jogou em 4x3x3 com: Defendi, Joel, Ricardo, Hugo Gomes, Jorge Miguel, Hocko, Filipe Oliveira (Capela, 66), Walterson (Mendes, 78), Willian (Anderson, 61), Feliz e Fabrício.

No final desta jornada, na classificação, o Famalicão fica em 8º lugar com três e o Penafiel em 15º com zero pontos.

O primeiro golo apareceu logo dentro dos primeiros dez minutos. (1-0). Remate de Walterson após passe de Feliz

O Famalicão podia ter chegado ao segundo golo com um remate muito forte de Walterson que sai perto do poste, aos 27 minutos.

Após esse lance, os “durienses” criaram os primeiros lances de perigo, primeiro por Vasco Braga, com Defendi a sacudir com os punhos, aos 39 minutos e um remate muito forte de Ludovic que saiu por cima da baliza (45+3).

Ao intervalo, o resultado era de 1-0.

Ao minuto 50, o segundo golo do Famalicão (2-0).

Cópia exata do lance que originou o primeiro golo do jogo aos oito minutos.
Ao minuto 63, João Paulo atirou ao poste.

Até ao final, a história só foi contada pelos dois golos, que deram a vitória ao conjunto “famalicense”.

Na próxima jornada, o Penafiel recebe o FC Porto “B” em jogo de aflitos e o Famalicão

MVP da partida – Walterson – Os dois golos marcados fizeram a diferença do dia para a noite.


Árbitro: Cláudio Pereira (Aveiro).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Hocko (10), Tiago (28), Feliz (45+1), José Costa (71).

Assistência: 1.714 espetadores.




Fonte da Foto: Facebook oficial do Famalicão



Diogo Bernardino